20. MILLY MILLY – YOU JUST YOU


Milly Milly é provavelmente o melhor ato de música eletrônica do Japão, essa guria tem apenas 12/13 anos e se você ouvir todos os singles que foram lançados esse ano ela soube explorar várias vertendes da EDM sem te enjoar com um único estilo musical. A única razão para essa faixa não estar mais acima é que infelizmente não temos a versão completa dela e por isso fico com um pé atrás, mas acredito que facilmente You Just You conseguiria um Top10, ainda mais se tivesse um vídeo.

19. PERFUME – FLASH


Flash foi um grande acerto de Nakata ao lado das Perfume, a canção foi muito bem produzida, sabendo já do início cativar o ouvinte com batidas que vão crescendo e criando vida ao longo da melodia até chegar ao refrão explosivo com o solo maravilhoso. O clipe divertido, nos trás Perfume em seu cento e um porcento, e ainda de quebra aprendemos aí uns passos de dança de kung fu que vão fluindo com a música, é super divertido. Foi minha faixa favorita do Cosmic Explorer, inclusive acho que foi um dos melhores singles dele, se não o melhor.

18. GARNIDELIA – REAL


Eu realmente estava abrindo mão de acompanhar GARNiDELiA, pois as produções do YOKU (o rapaz que aparece nos vídeos e é instrumentista da banda) estavam caindo muito e não tinha nada que chamasse atenção. Então me vem essa capa foda com MARiA jogando toda sua sensualidade, com seu melhor look, e eu resolvi arriscar. Para minha surpresa REAL é uma das faixas iniciais do disco e soa realmente com o que a banda fazia em seu debut e que fez com que ela se destacasse dos demais atos de anime song.

17. AOA – GIVE ME THE LOVE feat. T.M.REVOLUTION


E quem diria que um ato coreano chegaria tão longe do top de música japonesa? Se a lista tivesse sido feita lá no meio do ano seria capaz de AOA figurar o topo dela com facilidade, porque sinceramente, que música. Os assobios, os “hey“, a participação icônica de T.M.REVOLUTION, o clipe criativo e sensual, tudo casa perfeitamente criando a fórmula do sucesso, explicando a crescente popularidade da banda no Japão. Give Me The Love foi realmente um lançamento marcante, não só por todos esses elementos, mas por um ato de k-pop realmente se preocupar em fazer algo específico para o Japão, dedicando-se a conquistar o mercado, algo só antes feito pelas KARA.

16. MILLY MILLY – LOVE MYSELF


E vamos para a faixa que conheci Milly Milly, “Love Myself“. Bom, a canção fala sobre se aceitar e acreditar em si mesmo, sem se julgar tanto, e que ela se ama e é bastante forte desde que aprendeu a se amar. Lembrando que é uma guria de 12/13 anos de idade cantando isso, logo uma faixa que poderia figurar fora do Top30 por ser um tropical house bitadíssimo dispara para o Top20 e nos deixa ansiosos para ver o que essa menina vai fazer quando a avex realmente quiser joga-la em programas de TV e investir de fato nela.

15. REOL – GIVE ME A BREAK STOP NOW


Muitos acham que REOL inventou a roda por lançar um batidão daqueles, mas honestamente não vi nada demais visualmente e musicalmente, não estou dizendo que são ruins, releiam, eu só não concordo em exalta-los ao extremo, eles são bons, mas dizer que reinventaram a música eletrônica do Japão é estar bem por fora do que rola lá. O clipe parece uma versão gótica de Furisodation da Kyary, tão debochado e descompromissado quanto, mas diria que aqui é até mais desaforado por não querer ser kawaii. Entretanto vamos convir que a faixa é bem alucinante e muito boa, gruda na sua cabeça com vontade, fazendo com que os vocais peculiares da cantora consigam soar o mais agradável possível para que você se jogue no clima da canção.

14. SIRAPH – DILATANT


Quebrando um pouco essa onda de lançamentos eletrônicos que invadiu o Top20 temos dilatant do Siraph, honestamente essa faixa é muito intimista e soa como uma bagunça em sua introdução de instrumentos, causando um certo desconforto de primeira, mas a vocalista dá uma interpretação tão única que é emocionante ouvi-la mesmo em meio a um arranjo mais nervoso, enquanto sua voz parece branda e melancólica. É como se essa mistura fosse um perfeito sabor agridoce, o que faz com que essa faixa mesmo sendo uma b-side figure o Top15.

13. NAMIE AMURO – MINT


Some Damage e ALARM, mesclando esses elementos de guitarra japonesa, pop rock e urban teremos Mint, provavelmente a faixa menos óbvia da Namie Amuro desde WILD/Dr. A canção não é algo tão inovador, mas tem uma execução muito boa, sabe grudar na cabeça já na primeira ouvida e consegue soar coesa mesmo flertando com tantos gêneros em uma produção. Mint tem o melhor vídeo da cantora desde Go Round e funciona muito bem, não há reclamações da produção visual e musical.

12. GARNIDELIA – EXXXTASY


Eu tenho pra mim que de fato GARNiDELiA lança aqueles singles genéricos de games e aberturas de animes para conquistar o mercado externo dos otakus, mas a vibe mesmo do YOKU é produzir canções como EXXXTASY e a própria MARiA deve curtir mesmo, pois até os vocais parecem estar mais impostado. Enfim, a faixa é psicodélica, sombria, intensa e grudenta, realmente o que eu queria da banda, e esse lado mais eletrônico realmente vem com tudo, espero mais disso nos singles, menos Burning Soul e mais EXXXTASY. Ah, e só pra lembrar, isso é uma faixa sem vídeo, imagina se isso tivesse vídeo? Muito mais impacto e Top10 com certeza.

11. UTADA HIKARU – MICHI


Particularmente acho Michi maravilhosa, e ela estava no meu Top10 até conferir uns três lançamentos que realmente bagunçaram um pouco a lista e inclusive me fez remover músicas de alguns artistas que provavelmente uma galera tava torcendo que surgisse, mas enfim. O motivo de Michi não estar mais acima é que acho a letra incrível, porém não é a mais ousada do Fantôme, ela trás toda a sensação de caminhar sozinha após perder alguém especial, e como essa pessoa sempre vai estar junto a você de alguma forma. Utada compõe de maneira linda, mas eu acredito que faixas com esse teor dramático ainda consegue se localizar no j-pop, com dificuldade, mas existe. Logo esse foi o ÚNICO motivo que me fez colocar a faixa uma colocação abaixo do Top10, além do fato de ser um tropical house, algo que está meio saturado, mas que a Utada me faz ouvir mesmo assim.

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