35. MILIYAH KATO – TENGOKU NO DOOR


E abre a porta do paraíso com os vocais angelicais da Miliyah Kato. Nossa que refrão é essa? Quando ela começa a criar os agudos longos e crescentes vem aquele arrepio incrível, e no segundo refrão entra uma percussão que dá toda uma intensidade para a música. Quando a canção chega em seu fim tem um clima mais brando, semelhante ao início. Uma da melhores baladas que estiveram presentes nesse ano no j-pop.

34. BENI – NATSU GA OWARU KORO


É claro que com um projeto tão sutil e delicado como “Shiki No Summer” existiriam baladas belíssimas e Natsu Ga Owaru Koro é a midtempo que cai perfeitamente nos vocais da BENI, em um refrão em que ela explora toda sua voz em agudos de longo alcance, falsetes e melismas sem exageros, sem contar o grave característico dela que dá todo um charme a canção. Essa é uma das faixas mais cruas do discos, o que dá gosto de ouvir pelos vocais mais limpos.

33. FLOWER – YASASHISA DE AFURERU YOU NI


Flower conseguiu bastante destaque esse ano, principalmente com esse single que é um cover da icônica canção da JUJU. O cover teve tanto impacto que JUJU voltou a vender a canção e ficou no Top10 por semanas, enquanto a versão da Flower permaneceu no topo das paradas. Eu gostei dos vocais das meninas, conseguiram seguir bem a proposta da música, a coreografia ficou bem expressiva, o que deu toda uma beleza particular ao vídeo.

32. JUJU – LOVE IS OVER


Love Is Over é uma das faixas mais comerciais do Snack JUJU, a canção parece ser bem orquestral, porém boa parte dela é dando espaço para os vocais graves da cantora, e conforme ela vai crescendo, recebe todo o acompanhamento do arranjo, mas é tudo muito sútil, o foco aqui sempre será nos vocais da JUJU. É uma faixa estruturada e que tem a função de tocar o ouvinte com a interpretação da cantora.

31. MARIYA NISHIUCHI – CHU CHU


Mariya Nishiuchi esse ano se saiu muito bem com o seu single de verão fazendo duas faixas bem agradáveis, HellO e Chu Chu. Eu realmente acho Chu Chu mais chiclete e por ser algo mais pin-up sai um pouco do convencional e consegue te divertir pelas palmas, pela fofura e também pelo próprio vídeo que realmente funciona muito bem. Chu Chu é aquela canção que inicialmente você acha inofensiva, mas ao terminar de ouvir consegue cantar ela sem parar.

30. PERFUME – NEXT STAGE WITH YOU


Das faixas inéditas do álbum das Perfume, Next Stage WITH YOU foi a que mais me chamou atenção, ela tem uma introdução com guitarra e é semelhante ao que o Daft Punk faria se resolvesse trabalhar com as meninas, o refrão da canção é de fácil absorção e logo você está no clima da canção, além de ter uns melismas que sucedem ele e dá mais gosto em ouvir.

29. KANA NISHINO – I WANNA SEE YOU DANCE


Esse ano Kana surpreendeu a todos com um álbum onde trás inéditas que relembram a sua fase outro, I Wanna See You Dance não trás nada de novo para a Kana, caso ouça o Love Place escutará uptempos tão boas quanto, entretanto, é aquele tipo de faixa que vai crescendo em o refrão é certeiro, descendo redondo. Claro que não poderia faltar as palminhas características como tem sido feito nos últimos trabalhos dela, mas o que mais me agradou é que ela cantou boa parte da canção explorando o grave de sua voz, o que faz com que quem não goste tanto do seu tom de voz normalmente agudo consiga virar fã da faixa. Ótima produção, torço para algo assim como single.

28. UTADA HIKARU – ORE NO KANOJO


O que mais me encantou por essa faixa da Utada é sem dúvida o ar jazz que percorre pela faixa inteira que vai se mesclando ao R&B de maneira bem natural, criando uma canção bem gostosa. A letra é a mais simples do Fantôme, provavelmente, mas o seu arranjo é um dos mais bem bolados e fora do comum, até mesmo para a Utada, o que só dá mais beleza e visibilidade para a canção.

27. LEO IEIRI – BOKUTACHI NO MIRAI


Que música maravilhosa, sério. Ela tem uma letra belíssima que fala sobre superação, o clipe passa essa mensagem de forma simples, porém doce e leve, os vocais são fortes, esse clima meio eletrônico com uma guitarra ácida acompanhando fez tudo ficar épico, e o “Oh” que se repete na ponte pro último refrão cria toda uma atmosfera mágica. Um dos melhores lançamentos da Leo.

26. AIMER – NINELIE with chelly (EGOIST)


Ninelie tem um ar tão intimista que praticamente quem comanda ela são os vocais de Aimer e chelly, somente depois do refrão é que o arranjo começa a fluir e crescer de fato, o jeito intenso e visceral de Aimer ao lado do delicado e sutil de chelly criaram a atmosfera perfeita para essa canção que tem uma composição bem desenvolvida que é praticamente impossível não se apaixonar por isso.

25. BABYMETAL – AMORE


Amore foi provavelmente a faixa inédita do METAL RESISTANCE que mais me agradou, ela começa apenas com os vocais da principal e depois vem uma guitarra nervosa e a banda explodindo tudo fazendo você se sentir em uma daquelas rodas que tem em shows de metal. A produção da faixa é a melhor do novo disco das meninas e se tivesse ganhado um vídeo facilmente estaria mais acima, sem dúvida alguma. A faixa também abandona boa parte dos elementos do kawaii e idol, dando ao ouvinte uma faixa totalmente madura e envolvente.

24. AIKO – SHINGOU


Shingou é uma das faixas inéditas de maior destaque do May Dream, ela começa já naquele ar bem pop rock característico da cantora e diferente de boa parte do álbum ela é uma midtempo que quase se aproxima do uptempo, se o refrão fosse mais animado, com certeza ela estaria umas colocações acima. Todavia, acredito que boa parte da emoção e interpretação da aiko se perderia com isso, o que também dá toda uma beleza única a música.

23. BENI – SUMMER LOVE (JAPONESQUE AWARD: BEST SUMMER SONG)


Como esse projeto fez bem a BENI, parece que um álbum conceitual fez ela se dedicar com mais vigor as inéditas nos dando uma das melhores canções da sua carreira. Summer Love é bem doce e realmente soa como um dia de verão apaixonado, o seu refrão é mais intenso que o resto da canção, porém sem exagerar, o que faz com que tudo soe coeso. O clipe é simples, porém acredito que ele consegue passar muito bem a mensagem da canção, além de ser bem colorido.

22. KANA NISHINO – SET ME FREE


E a melhor faixa da Kana Nishino é uma balada, como falei, Kana sabe produzir baladas incríveis e Set Me Free é a prova viva de que a cantora ainda tem essa capacidade. Logo na introdução parte do refrão é revelada ao ouvinte, e logo ela vai guiando a música quase que acapella com os elementos surgindo aos poucos, mesclando aí pop com R&B (fórmula clássica da Nishino). Uma pena a gravadora da Kana só produzir um clipe inédito quando lança o disco, pois Set Me Free seria uma ótima pedida.

21. UTADA HIKARU – MANATSU NO TOORIAME


E vamos para Manatsu no Tooriame que tem uma das letras mais singelas de todo o Fantôme, a canção é tocante, você consegue ver toda a relação de mãe e filha, desse amor tão puro que há entre ambas e como foi despertar e se ver sem essa pessoa tão importante, as metáforas são de emocionar qualquer pessoa. O vídeo é muito metafórico também, você pode ter diversas interpretações, porém para mim encaro como a visão de uma pessoa que partiu e deixou a sua família, e mesmo após sua morte ele continua olhando pelo bem dessas pessoas, tocante.

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2 comentários em “JAPONESQUE JUKEBOX: Melhores Músicas de 2016 | Parte 3

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