65. GARNIDELIA – YOKUSOKU (PROMISE CODE)

Se teve algum ato que me surpreendeu esse ano foi GARNiDELiA, eu realmente não esperava nada da banda, ainda mais após lançarem músicas tão mornas como singles, inclusive desperdiçaram uma participação icônica com ClariS que foi o auge da decepção e eu fiquei com receio de ouvir o novo disco deles, que é surpreendentemente ótimo. Bom, Yakusoku não chega ao pés de grilletto ou ambiguous, mas é uma canção que funciona bem com os vocais da MARiA, e com uma produção até gostosinha. O vídeo está belíssimo, um dos melhores da banda, provavelmente o de maior investimento deles.

64. UTADA HIKARU – HANATABA WO KIMI NI

Bom quando ouvi Manatasu No Tooriame e Hanataba Wo Kimi Ni a primeira vez, eu confesso que Hanataba Wo Kimi Ni era uma canção que tinha caído melhor aos ouvidos, e se provavelmente não tivesse insistido no replay tantas vezes ela estivesse mais acima, porém eu acho que o arranjo magnífico dessa música igualmente a sua composição que é realmente tocante. Os vocais bem explorados como nunca realmente são de arrepiar, não é mesmo? Se o Fantôme não tivesse faixa inéditas tão superiores ou que me contactassem mais, Hanataba Wo Kimi Ni provavelmente estaria facilmente no Top30 ou 20.

63. MILIYAH KATO – THIS IS MY PARTY


Outra faixa do disco da Kato que me marcou bastante foi This Is My Party que flerta com hip-hop, urban, com batidas eletrônicas. A faixa é bem grudenta e tem vocais bem explorados pela cantora, gostei bastante do grave que começa e depois ela vai aproveitando bem ele ao longo da faixa, deixando os agudos para o momento certo. É uma ótima pedida para curtir a noite com as amigas.

62. FAKY – YOU

Eu encaro essa faixa soa como uma demo não finalizada, e acreditem se não fosse a parte do violão dando o clima acústico, eu realmente colocaria essa faixa mais acima, porque curti os vocais, as batidas e melodia. Porém o violão naquele ritmo parece que misturaram uma versão acústica do single junto com a versão de estúdio e deram vida a uma canção com climas distindos, se colocassem um batidão hip-hop ficaria bem mais wow.

61. KODA KUMI – SHHH!

Enquanto todo mundo do j-pop retomava sua carreira em 2016, Koda preferiu se afastar dos holofotes lançando “Shhh!”, que foi vendido apenas em sua turnê e em uma plataforma digital. A faixa não trás absolutamente nada de novo para a carreira da cantora, ele teve aquela utilidade de celebrar a carreira da cantora, mesclando elementos de todos os gêneros musicais explorados por ela e deu bastante certo o resultado final, caso tivesse um vídeo, talvez tivesse mais impacto.

60. HAPPINESS – SEXY YOUNG BEAUTIFUL

Bom, pelo visto o que falta a Happiness é um pente mais fino em suas produções, que são boas, mas podem ser bem mais agressivas do que apresentam. A faixa é agradável e começa com um clima meio R&B/Pop fofinho, depois ela vai para um refrão bem leve e inofensivo, porém vem um break alucinante que gruda em sua cabeça totalmente, talvez se a música tivesse esse clima mais explosivo, subiriam bem mais posições. O clipe é bem divertido, o que ajuda a música grudar na cabeça.

59. JUJU – MACHIBUSE


Eu acho o arranjo de Machibuse encantador, ele mistura cha cha com jazz dando essa coisa tão distinta na j-music, a música me faz imaginar uma cantora de bar cantando isso enquanto os casais dos anos sessenta dançam juntos e apaixonados. Que faixa potente, e esse grave que inicia a faixa parece te arremessar uns cinquenta anos atrás, sem saber se essa faixa foi mesmo lançada em 2016, ou se isso é algo retrô chique.

58. AIKO – AIZU


É óbvio que teremos todas as músicas dos álbuns da aiko, Utada e JUJU, porém me esforcei para estabelecer um limite para que isso não se exceda. Bom Aizu tem um clima bem mais melancólico do que as outras faixas do May Dream, e isso te dá um gosto diferente, afinal as outras parecem te levar a um estado de paz e calma, essa parece que dá saudade de algo ou alguém, uma sensação que faz viajar para além do tempo. Os vocais estão mais graves que o habitual para aiko, o que me fez admirar mais a faixa.

57. AYUMI HAMASAKI – BREAKDOWN


A melhor balada da Ayumi Hamasaki desde Days, provavelmente. Essa faixa realmente remete muito do que ela já fez ao longo de sua carreira, tem uma letra muito bem construída, melhor do que You Are The Only One, mesmo que os vocais aqui sejam bem menos wow do que a citada. A faixa vale por seu ar dramático característico da cantora, uma pena que uma faixa como essa não tenha recebido um vídeo clipe.

56. KANA NISHINO – HAVE A NICE DAY

Eu REALMENTE fiquei me perguntando onde colocar Have A Nice Day ao longo do Top, afinal por mais divertida que a faixa fosse, eu acho que falta algo nela para ser icônica, ela soa verão, divertida, doce e vibrante, a cara da Kana, porém não chega aos pés de Esperanza que foi uma das melhores faixas de 2011, facilmente no Top10 de qualquer jpopeiro que viveu a época. Acredito que se o clipe fosse mais bem bolado ele poderia ter maior impacto, eu sei que a Kana não dança absolutamente nada, mas por dançarinas ajudaria bastante a fazer essa faixa ter mais impacto ao meu ver, é uma canção uptempo e só vemos Kana andando, admirando o sol. Enfim, a faixa é boa, merecia só maior dedicação, por isso ela para por aqui no Top.

55. JUJU – Never Stop


Primeiro tenho de dizer que essa música é maravilhosa, e estou me segurando para não por os covers gringos da JUJU no Top20 para valorizar o trabalho mais japonês de fato dela. Porém, sinceramente, escutem essa música e se deleciem com esses vocais, esses riffs, essa vibe, nossa, sério, se você curte Soul e R&B apenas dê play e confira como se faz um cover de verdade de um clássico. JUJU parece estar brincando com as notas, enquanto você fica adimirando os vocais que variam do grave ao agudo, sussurros e até mesmo palmas pra te fazer entrar nessa atmosfera.

54. BABYMETAL – YAVA!

Sério, eu acho essa canção uma das melhores coisas que a BABYMETAL lançou desde “Gimme Gimme Chocolate!”, são elas dando cento e um porcento delas. Não acho ruim isso, mesmo sendo totalmente esperada é aquela faixa do álbum que você vai cantar mais do que o single e vai dizer que é a sua favorita para ser a diferentona dos fãs. Toda a música é explosiva, ela já começa forte, e vai crescendo até chegar no refrão que te faz entrar totalmente no clima e antes que perceba esta dando replay.

53. AIKO – NANJI NANPUN


É a faixa que abre o May Dream, tem um ar bem intimista em seu começo e depois ela vai incorporando elementos bem típicos da cantora até chegar no refrão que arrepia totalmente o ouvinte, parece uma súplica em forma de canção, de fato ela transpira uma beleza que mereceu chegar aqui sendo apenas uma faixa aleatória do disco. Gosto bastante das notas da guitarra na música, dá uma sesação de como algo estivesse crescendo, um suspiro, um alívio, um bom presságio.

52. AIMER – TWOFACE


Como já sabemos, Aimer teve um ano esplendido e que ela merece todas felicitações possíveis, e vamos começar com twoface, uma album track. Sim, ainda nem chegamos nos singles e faixas mais impactantes do disco, mas vamos ser sinceros, que música é essa? Os riffs perturbadores (no sentido bom) do baixo e guitarra  que acompanham seus vocais no começo da música parecem te instigar até o refrão explosivo, e a forma grave que ela canta antes de começar a dar seus agudos no refrão só deixa tudo mais bonito. Parabéns, Aimer, quero mais de você.

51. FAKY – Candy

O único defeito dessa música é apenas esse instrumento de sopro (sax ou trompete? Não consegui identificar) que se repete demais da música, e deixa tudo um tanto enjoativo, poderia se repetir apenas durante os versos antes do refrão, quando esse elemento se espalha por toda a música soa cansativo demais. Se “CANDY” fosse lançado lá em 2013 junto com Worth It e Problem, soaria totalmente wow, mas é uma fórmula que já usaram bastante então torna a música menos impactante do que poderia ser. Mas eu de verdade amei essa faixa, o que são os agudos dessa mina antes do último refrão? Até Ariana Grande fez um “OMG!”.

50. UTADA HIKARU – KOUYA NO OOKAMI


Cuidado com a Loba, como já dizia Shakira. Mas aqui não tem nada de eletrônico, temos um pop flertando com alguns elementos sutis do jazz e R&B, com uma letra altamente sexual, algo bem interessante de ver Utada cantando, os graves utilizados na música dão toda uma sensualidade bem clássica para a canção, só não gostei muito dos violinos ao final da canção, acho que quebrou um pouco o clima que mais old school que ela tinha em seu começo.

49. PERFUME – STORY

E vamos para a canção mais explosiva do Cosmic Explorer, pode não ser a melhor, porém ela parece que te arremessa para uma rave lá na Bélgica onde você vai virar a noite dançando, bebendo e esquecendo até mesmo o seu nome, sem nem saber como foi parar na casa de um estranho no dia seguinte. Mas se você for mais poético, vai se sentir em uma contagem regressiva para fazer uma viagem espacial, pela introdução longa totalmente futurista e pelo fato das meninas fazerem uma contagem regressiva atrelado a uma série de batidas crescente que vem a seguir disso.

48. MILIYAH KATO – FUTURE LOVER

Bom, essa faixa é bem gostosa, ela funciona muito bem com os elementos do maior clássico do Daft Punk, além de ter elemento de outra faixa já conhecida da própria Kato. Eu achei arriscado, porém deu muito certo. A canção é boa, mas eu fico com o pé atrás em quem usa sample de algo que eu já ouvi fazerem na Coréia do Sul, não estou dizendo que é melhor, apenas não soou inovador, mesmo que o vídeo seja bem divertido e produzido. Em resumo, eu achei a faixa coesa, divertida e agradável, mas não foi algo tão diferente quando ouvi o pessoal falar sobre ela.

47. NAMIE AMURO – FIGHTER

Vamos para a música eletrônica do ano da Namie Amuro, depois do Past>Future a Namie vem lançando (quase) anualmente faixas eletrônicas para a galera que já curte um bom batidão. Fighter parece ser uma das faixas descartadas do _genic que é melhor que Scream e Fly, que entraram na tracklist, mas você pula por serem faixas inofensivas. Não compreendi bem a necessidade do rap no segundo verso, ao invés de algo mais cantando mesmo por ela, talvez essa tenha sido o único erro da produção da música, mas como um todo ela funciona, e o clipe entretem bem, mesmo não tem uma coreografia marcante.

46. E-Girls – Go! Go! Let’s Go!

Eu adorei essa introdução meio anos 2000, dando um ar nostálgico já na entrada, além de um diferencial. O resto da faixa tem uma produção bem agradável, a canção lembrou um pouco “NO” da Meghan Trainor em alguns momentos. Os versos fora do refrão tem uma guitarra acompanhando que dá um ar mais cru para a produção, o que soa bastante coeso ao meu ver. Talvez o que faltou para mim foi um refrão mais marcante, mas a música ainda é elaborada o suficiente pra um replay e o clipe ficou visualmente incrível.

45. JUJU – FUTARIDE OSAKEWO


Welcome to Burlesque, by JUJU. Que faixa burlesca, sério, todo o arranjo foi feito exatamente para te fazer viajar para esses cabarés que reinavam nos anos cinquenta e sessenta, é algo incrível como ela conseguiu passar tudo isso em pleno 2016 sem se preocupar em soar mais comercial, apenas o fez. Os vocais suspiram sensualidade com esses graves que parecem arrepiar você, tirando você para dançar junto com seu amado ou amada.

44. AYUMI HAMASAKI – FLOWER

Primeiramente essa música é a melhor produção da Ayumi Hamasaki desde GREEN, nossa, que música é essa? Eu consigo me ver no Japão feudal onde mulheres e homens caminham com aquela sandália de madeira vestindo kimonos tradicionais que hoje em dia só usam em festivais. Nossa, que coisa incrível é essa canção, e quando ela desenvolve pro rock é como se pudesse passar uma mensagem mais forte, visceral, belíssima canção da Ayumi. O vídeo tem muita beleza e delicadeza, entretando eu esperava mais vindo da Ayumi Porém, a faixa vale todas as felicitações, e Ayu está belíssima de cabelo preto, ou peruca.

43. AIKO – SUKI KIRAI


Suki Kirai soa como um encontro de amor no finalzinho da tarde ao pôr-do-sol onde você caminha pela praia ou jardim com a pessoa que ama e aproveita cada segundo sem pressa, e a guitarra mais uma vez parece dar toda luz ensolarada para a música. É provavelmente uma das canções mais radiofônicas da música, você consegue cantar ela facilmente já que repete “Kiari Suki” várias vezes além do “Aaaah”, muito bem bolada. Acho realmente tocante essa preocupação de um compositor em fazer a música ficar mais popular mesmo com todo seu refino e tudo mais.

42. MILIYAH KATO – MEGAMI NO HIKARI feat. MUNETAKA MAKI


Entre as participações musicais que a Kato teve em seu disco a com o Maki foi a que saiu melhor ao meu ouvido, não sei se é pelo fato de ser algo mais romântico, e ter uma mistura de orquestra com eletrônico criando um clima único e bem diferente, trazendo aquele frescor que escorre de todo o Liberty. Uma faixa dessas existir e não ter tido um vídeo clipe realmente é de entristecer muito, mas vida/top que segue.

41. AIMER – CLOSER


Essa canção lembrou MUITO o que Evanescence fazia em sua época de ouro, aquele rock progressivo gostoso de se ouvir que você praticamente quebrava o botão de replay do seu aparelho de tanto que você pedia pra voltar. Adorei quando ela canta o refrão quase que acapella e os elementos vão “poluindo” o som até se tornar explosivo e boom! Muito eletrizante essa música, transpira emoção e realmente arrepia qualquer um.

40. BENI – NATSU NO OMOIDE 


Sério, enquanto todo mundo corre para lançar a melhor faixa para o verão, BENI simplesmente fez um álbum conceitual orquestral que é provavelmente seu melhor e ainda fez um cover digníssimo de Natsu no Omoide dando todo um ar mágico para a canção. A guitarra que guia toda a música trás tanta vibração pra música que não dá nem pra dizer o quão bela a faixa ficou. A faixa como um todo soa agradável, os versos, o arranjo, e os vocais maravilhosos da BENI.

39. PERFUME – COSMIC EXPLORER

Eu gostei dessa faixa das Perfume mesmo ela sendo muito extensa o que chega um pouco a cansar devido aos trocentos acontecimentos que a produção do Nakata faz. Todavia ela consegue soar agradável e oferecer algo extremamente memorável e bom. Houve um belo trabalho vocal das meninas, gostei dos graves que surgem quando falam “Cosmic Explorer”, e o nasal da voz delas diminui bastante, e as batidas do refrão são bem futurísticas e meio espacial (de espaço mesmo), o que em agradou bastante.

38. SAKURA FUJIWARA – SOUP (JAPONESQUE AWARD: BEST KAWAII SONG)

E vamos para essa sopa fofinha e gostosa que foi servida por Sakura esse ano. A canção lembra bastante os trabalhos da Kana Nishino, Miwa e YUI. A faixa é descompromissada, leve e adorável, acredito que a melhor dentro desse seguimento lançada esse ano, o que é surpreendente uma novata desbancar toda a concorrência monstruosa. Uma curiosidade, Soup foi o single solo mais vendido por uma artista feminina.

37. E-GIRLS – DANCE WITH ME NOW!

COMO ASSIM EM 37º? Eu também acho que a canção merecia algumas colocações acima, porém eu acho que MUITA faixa eletrônica foi lançada que superou “DANCE WITH ME NOW!”, e isso contabilizou para a música acabar caindo algumas colocações em uma tabela anual, porém ela é a melhor música das E-Girls. Há muito vigor e impacto nessa canção, fora essa coreografia maravilhosa.

36. AYUMI HAMASAKI – SUVIVOR


E vamos para a última aparição da Ayumi Hamasaki em nosso top de 2016 com Suvivor. Essa canção tem um clima totalmente impactante, o refrão é totalmente explosivo, os vocais crescem junto com todo o desenvolvimento da faixa, tudo flui para o momento perfeito que realmente acontece. Uma pena uma canção tão bem construída nem ver a luz do sol em um vídeo clipe épico no estilo de Talking 2 Myself.

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